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Oficina Renascer

Imira Brito MA​​

Camila Reis MA

A oficina se propõe a explorar o corpo através do yoga e dança, unindo essa arte milenar e a alegria e sensualidade da dança do cacuriá. Proporcionar a observação interna e romper fronteiras, as barreiras da vergonha e da vulnerabilidade. Ouvir seus anseios profundos e trazê-los à tona. Abrir, soltar quadris e traumas, ressignifica-los, para renascer na firmeza das suas verdades e propósitos e enfim seguir de peito aberto!!
Durante a oficina vamos transitar entre yoga e cacuriá, trabalhando em simbiose entre escuta interna e liberações, chakras e aterramento, realização e alegria.
Imira Brito cresceu dentro do Casarão Laborarte, um centro de arte popular. Criada na roda do cacuriá se apaixonou por Yoga, onde descobriu um caminho para a cura e o autoconhecimento. A três anos embarcou em uma jornada interna, onde aprende constantemente a contemplar a vida sobre nova perspectiva. Nesse período começou auxiliar pessoas na descoberta de sua luz interior por meio das vivências práticas.

Oficina CHI KUNG/ Tai Chi - A arte da juventude e do bem-estar

Thiago Soares MA​​

É uma intervenção performativa em frenesim no contemporâneo. A partir da pesquisa de corpo dispositivo/ativo, sem dores, com órgãos que são fornalhas que geram e acumulam energias, fortalecendo tendões e articulações. O Coletivo Tukun Edições investiga há 8 anos as artes chinesas de reter energia, onde adaptamos a dramaturgia de acordo com a necessidade de cada corpo presente.


Tukun Edições é um coletivo de artistas investigador@s em diversos âmbitos da arte: literárias, marciais, performática, visuais, energéticas… Já editamos mais de 20 livros literários/ilustrativos. Desenvolvemos o Método Tukun MMA, que mescla Krav Maga, Lethwei, Muay Thai, Karate-Do, Wrestling, Brasilian Jiu Jitsu, Chi Kung e Tai Chi. Fazemos laboratório de pesquisa voltados para a Defesa Pessoal, pertencemos às famílias Brasil Krav Fighters e ao grupo francês KMRED.

Oficina Fé em Deus 

corpo, tambor e dança

Taina Redondo MA

A proposta faz uma apresentação das diversas linguagens culturais existente na comunidade quilombola, a fé em Deus em São Luís/Ma.
Entre as muitas manifestações que existem por lá, em especial tem o tambor de mina da casa de Iemanjá, o Bumba meu boi de zabumba da Fé em Deus com quase um século de existência e o tambor de crioula.
Existe com isso, um ciclo de diálogos entre corpos, tradições de matriz africanas, histórias passadas de gerações, ritmadas pelos toques dos tambores, pela dança das coreiras, o bailado das mineiras, a encantaria e diversidade de instrumentos musicais, que se manifesta na expressão corporal e artística desse povo.
Propomos fazer uma vivência previamente gravada em dois vídeos separados:
1.  Diálogos entre mestres e mestras da comunidade, pra falarem sobre a importância da dança dentro do tambor de mina e do tambor de crioula e como o corpo se relaciona com essas manifestações.
2. Oficina de dança do tambor de crioula, a punga e a importância dos corpos femininos nas rodas sagradas das danças afro religiosas da comunidade.


Taina Redondo, Coreira e zabumbeira do Bumba-Meu-Boi da Fé em Deus. Sua trajetória no Tambor de Crioula começou por meio de oficinas e convivências em alguns tambores, como Tambor da Lua e do Mestre Amaral, no Centro Histórico de São
Luís. É filha do Terreiro de Iemanjá, do saudoso babalorixá Jorge Itacy de Oliveira, atualmente coordenado por Mãe Dedé de Boço Có. Atualmente é coreira do Tambor de Crioula da Fé em Deus e Proteção de Verequete no terreiro de Iemanjá. Realiza um importante trabalho com as crianças e adolescentes ao lado de Mestre Baé e outras referências da comunidade, através do projeto "Turma da Fé" na comunidade da Fé em Deus.

Oficina Aquilomba

Afrodance, ritmo e ancestralidade

Joseph Osei GANA / MA

O Afrodance é um estilo musical e dança africana que tem se destacado nos espaços culturais diaspóricos.
Nasceu como forma de expressão da vida cotidiana e em comunidade, mesclando movimentos originários de diversos povos africanos. Baseado nos valores tradicionais da cultura africana, ele é repassado às comunidades  por meio da produção de sons rítmicos, a estampagem dos pés no chão e o uso da percussão com a finalidade de transmitir os saberes corporais e simbólicos.


Joseph Kwabena Osei é natural de Gana, país localizado no continente Africano. Desde que chegou no Brasil em 2015, vem compartilhando a sua cultura por meio da dança africana. Possui 26 anos e cursa Design na Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Com carisma e muita energia, a sua dança é marcada pela mescla de hip-hop (começou a dançar em 2009, ainda em Gana) e danças africanas (Afrodance), garantindo singularidade em seus movimentos.
Já ministrou oficinas de Afrodance em eventos como o Mix Movimentação (nas duas edições), organizado pelo grupo Rua&Raiz, e Pátio Aberto, evento organizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM).
Em junho de 2019 fundou o grupo Afrodance Slz, composto por 7 dançarinos, e desde então atua como coreógrafo e dançarino. Com o seu grupo, participou de eventos como a 13ª Semana Maranhense de Dança (2019), promovida pela Secretaria de Cultura do Maranhão (SECMA).

Mesa Mixagens Sapatonas 

Gê Viana MA

Flavia Meireles RJ

Nanny Ribeiro MA

Mixagens sapatonas é um balaio de gatas em que práticas artísticas cruzam o ativismo: colagens e mixagens fazem e desfazem gênero,  sapatonas são plano de fuga da norma e autoafirmacões étnicas e raciais desembocam em arte.

CONEXÃO ESPAÇO HABITAÇÃO

Ativar a Imaginação com
para artistas selecionades na Convocatória1#Corpo como território

Marcelo Evelin PI

PRA TROCAR IDEIA SOBRE PROCESSO E CRIAÇÃO EM DANÇA, PRA PENSAR JUNTO PERFORMATIVIDADE E DRAMATURGIA NO ESPETÁCULO, PRA SER TOCADO E TOCAR O OUTRO, PRA SE ABRIR PRO OUTRO, PARA SER O OUTRO COMO DEVIR, PRA EXPANDIR A PERCEPÇÃO, PRA ABRIR BRECHAS NO POSSIVEL, PRA DANÇAR SEM EXPLICAR OU FAZER SENTIDO COMO ATO DE CORAGEM E DESOBEDIÊNCIA, PRA INVENTAR OUTROS MODOS DE ESTAR NO MUNDO, PRA DESPISTAR O QUE ANIQUILA E FAZER REVERBERAR O QUE REALMENTE IMPORTA.

Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo e pesquisador. Vive entre Teresina e Amsterdam e trabalha no Brasil, Japão e em vários países da Europa como artista independente à frente da Plataforma de Criação Demolition Incorporada, baseada no CAMPO, um espaço de residência e resistência das artes performáticas em Teresina, no Piauí. Seus espetáculos “De Repente Fica Tudo Preto de Gente”, “Batucada” e “A Invenção da Maldade” circulam atualmente por teatros e festivais no mundo. Ensina na Escola Superior de Artes de Amsterdam desde 1999 e vem ensinando e criando projetos junto a cursos de mestrado no ISAC (Bruxelas), Museu Reina Sofia (Madri), EXERCE (Montpellier), Manufacture (Lausanne) e CND (Paris) entre outros. Em 2019 recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Piauí. Atualmente está em criação do dueto "la nuit tombe quand elle veut" em parceria com a coreógrafa Franco-Marroquina Latifa Laabissi.

Artistas selecionados:

Amanda Gedeon
Amanda Thuydyacuy
Andressa de Carvalho
Dandara Ferreira
Dayanne Santos
Dudu Gehlen
Henrique Abreu
Branco Aquino
Gilvan Santos
Isabela Leite
Joilson Ferraz
Claudio Marconcine
Surama Lopes
Letícia Souza
Lucas Bonifácio
Lucas Nogueira
Luiz Luzes
Marcelo Costa
Mike Santos
Marina Corrêa
Nuilane Lago
Priscilla Mendes
Victor Vihen
Weber Bezerra

Dança e Futuros Ancestrais

Princesa Ricardo Marinelli PR

Elton Panamby SP/MA
Urias de Oliveira 
MA

Imaginar o futuro já é começar a mudar o presente e o futuro está no corpo. O futuro é corpo. Futuro é movimento. E sobretudo, o futuro é ancestral. Nesta conversa nos queremos perceber passado, presente e futuro desafiando a linearidade que nos foi ensinada como verdade. Se existem futuros possíveis, eles estão diretamente conectados com nossas ancestralidades. Como a dança pode contribuir para imaginar futuros outros? Futuros menos violentos, que mudem radicalmente a relação dos seres humanos com o restante do planeta? Futuros que não tenham medo de trabalhar com as desigualdades no sentido de diminuir diferenças de acesso?